ZUZU FONTES

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domingo, 8 de junho de 2008

TROFEU CARRANO BUENO DE LITERATURA PSIQUIATRICA


Precisamos de:
1-Contato com universidades e emails para repassarmos a criaçao do troféu.

2-Patrocínio: a firma que dará o troféu-parte física.

3- Divulgaçao- e mail de professores universitarios na area de psiquiatria para incentivo aos alunos defenderem a tese CARRANO BUENO.

- email de laboratórios para divulgaçao e patrocinio.

4-Contado dentro do CRP de todos os estados brasileiros e principalmente de Sao Paulo para divulgaçao, apoio, material estudo, apoio, etc...

5-Divulgaçao para as universidades- e mail de todas as universidades so país

6 -Contato com o ministério da saúde, para comunicar a criaçao do premio

7- CONTATO COM A FAMILIA DELE EM CURITIBA PARA AUTORIZAÇAOI DO USO DO NOME.

8-DIVULGAÇAO : precisamos de toda possivel e necessária

9- Resoluçao de data, hora e local, formaçao de equipe para montarem o evento

10-DIVULGAÇAO DESTA COMUNIDADE,PARA MAIS PESSOAS NOS AJUDAREM


Somos militantes ANTIMANICOMIAIS , nao se esqueçam da luta. voce faz parte desta luta. pegue um ítem acima e trabalhe nele. poste aqui para nos organizar-mos e todos os ítens terem força igual de militância.SE ACAHR QUE FALTARAM ÍENS, ENUMERE E ACRESCENTE.
SAUDAÇOES ANTIMANICOMIAIS
ZUZU FONTES


QUEM FOI CARRANO
Nasceu em 1957, em Curitiba, Paraná. Em 1974, então com 17 anos, era usuário de maconha e outros medicamentos de uso restrito. Quando o pai de Austregésilo encontrou alguns cigarros de maconha no bolso de uma jaqueta do filho, resolveu interná-lo em um hospital psiquiátrico, para tratar de seu vício (embora admitisse que era apenas usuário). Sem ao menos ter sido examinado, em um período de três anos, Austregésilo foi transferido de um hospital a outro, submetido a torturas e eletrochoques (no total de 21 sessões). Isso durou até que, desesperado, ateou fogo em sua própria cela, sendo retirado a tempo. O ato despertou seu pai, que o tirou do manicômio. Desajustado pelos eletrochoques, pela sedação pesada e torturas variadas, ele acabou sofrendo também nas mãos da polícia, que lhe proporcionou doses extras de humilhação e espancamento.
O autor foi a primeira pessoa no Brasil a mover uma ação indenizatória por erros de diagnóstico, tratamentos torturantes e crimes contra médicos psiquiatras, em 13 de maio de 1998. Porém, foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Paraná a pagar a médicos psiquiatras e seus familiares 60 mil reais de indenização por danos morais devido as críticas aos "médicos" contidas em seu livro. Uma segunda ação, agora por parte das famílias dos médicos mencionados em seu livro, conseguiu que "O Canto dos Malditos" fosse retirado de circulação das lojas e livrarias de todo o país.